domingo, 21 de agosto de 2011

Obstáculo Moral


A gente vive zanzando por aí. Isso é o que pensam da gente. Sendo que, na verdade estamos só pensando em esquecer o que parece impossível acontecer.
Bruna Maine

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Uma história espumante

Outros tempos, e eu nem lembrava mais de nóis, já ouvia aquela musica nostalgica e não me magoava, eram lembranças estranhas, eu sei, cheias de dúvidas, de silêncio. O que aconteceu entre nós ficou pra trás, como se tivesse vivido por outras pessoas, como se nós só conhecesse a história, mas não vivido. E isso, de certa forma, era errado sentir. Eu e você fomos uma sede minuscula de amor, uma sede do que foi, do que não foi e do que ficou pra sempre só aqui, nas lembranças. Saudades das coisas meio tortas, mas lindas. Só que o tempo seguiu em frente, e não permitiu pensar em mais nada. Não em nós dois, nos momentos a sós, e nem no jeito que acabou. E isso me faz pensar. E hoje a noite amanheceu, as cortinas se abriram com um novo cenário. E isso é só mais um... Mais um... Como é que diz mesmo? Mais um momento. Um momento de recomeçar, como todos os dias.
Bruna Maine e Inspirações.

Certezas e incertezas


Foram feitos um pro outro. Nasceram em datas diferentes, mas o que são se tornam em um só, quase irmandade, mas só quase, por quê vai além. Sentimento indescritível, um precisando do outro e não notam. Ficam sozinhos na espera de alguém, sabendo quem e sem ninguém. Mas o que vale só sonhar? Se você vive só de pensamentos preenchendo sentimentos e não sai do lugar. Queria saber o que dizer pra vocês. Mas não sei. Porque sou só mais uma vivendo a mesma história.
Bruna Maine

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Seguindo emoções


Nada de concertar o que já foi feito. Nada de impedir o que deve acontecer. Criar pleonasmo em minhas frases já basta. Só preciso de alguns motivos pra não me jogar de um penhasco  em uma linha torna sem destino.
Por Bruna Maine

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Nada e ao mesmo tempo tudo


Sonhos.
Nos movem e nos fazem parar no tempo. Coisa estranha. Confusa. Sem sentido nenhum. Desordem absurda quando o assunto é sentido, mas pra falar a verdade, sentidos tem sentido? Isso eu não sei. Me perdi num caminho por aí, e dele to saindo desiludida. Como sempre, como da outra vez. Só não perco as esperanças (pelo menos finjo que não as perco). Quem sabe isso esteja resolvendo alguma coisa. Só peço a mim mesma a pressa, a pressa de ser feliz, de encontrar, de realizar o que eu tanto sonho. Comecei falando deles. Terminei com eles. Será que vai ser sempre assim? 
Por Bruna Maine